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Covid-19 pressiona movimento sindical para realinhamento estratégico, avalia Fetigesc

O mundo e a relação entre capital (patrão) versus trabalho (empregado) não serão menos opressivos depois da pandemia. Pelo contrário! Eles se mostram mais perversos. O capitalismo, como sempre, adapta-se e nunca morre. Fica ainda mais perverso. Concentra a riqueza entre muito poucos e eleva a pobreza para bilhões de trabalhadores. O coronavírus no Brasil, por exemplo, serviu para o Estado distribuir bilhões de reais aos bancos e empresas, enquanto aos pobres restaram R$ 600 e frações do seguro-desemprego depois de reduzir salários e suspender contratos de trabalho. O setor patronal tem sentido a covid-19, mas também tem se aproveitado dessa crise e, sem dúvida, tentará manter e ampliar as medidas precárias no mundo do trabalho e contra a organização sindical dos trabalhadores. Portanto, acreditem ou não, o movimento sindical não pode ser o mesmo.

A quarentena expôs a fragilidade do movimento sindical diante do cenário de guerra contra direitos, salários e as condições laborais do trabalhador. A conjuntura impôs grandes limitações sob o pretexto da pandemia. “Será então que o mundo que queremos (menos desigual, mais fraterno e justo) é mesmo possível no pós-pandemia com as práticas atuais? ”, questiona em artigo o presidente da Federação Catarinense dos Gráficos (Fetigesc), Moacir Effting. O dirigente também comanda o STIG em Blumenau/SC, entidades filiadas à Confederação Nacional dos Trabalhadores Gráficos.

Moacir, que não tem dúvidas de que não seremos os mesmos depois dessa onda epidêmica que se espalhou com extrema rapidez pelo mundo, destaca inclusive que a ilusão da meritocracia e mentiras do capitalismo também ficaram expostos. A “greve mundial” da classe trabalhador devido à quarentena pelo vírus, a qual paralisou a economia global e no Brasil, comprovou que quem de fato gera riquezas não sãos as máquinas, as tecnologias (informática, robótica, etc.), mas a força de trabalho (as mãos dos trabalhadores). Mostrou também que o capital não vive sem o Estado. Afinal, são os governos que vêm financiado a economia em seus países, como grande parte deles fizeram na grande crise econômica em 2008.

“Portanto, acreditar que por si as coisas mudarão no pós-covid não passa de um terrível engano. Os que possuem dinheiro e vêm ganhando com o desmonte do Estado e a precarização da força de trabalho não vão de modo algum querer abrir mão disso. Somente a luta organizada e, dependendo da situação, radicalizada, sem peleguismo, fará a diferença”, defende Moacir para o conjunto de Sindicato dos Gráficos pelo Brasil.

Para tal, o dirigente defende que haja um realinhamento estratégico entre o movimento sindical através da definição de um projeto sobre onde se pretende chegar no pós-pandemia, senão as coisas tenderão a piorar. Ele reafirma que será necessário, portanto, a luta organização do trabalhador, sendo necessário levar em conta inclusive as inovações tecnológicas e o acompanhamento dessa evolução na relação entre o capital e o trabalho.

A Confederação Nacional dos Gráficos (Conatig), órgão que a Fetigesc é filiada, já vem inclusive orientando seus associados que os caminhos do movimento sindical precisam ser revistos desde o fim da contribuição sindical compulsória, a qual estruturalmente contribuía para a entidade, bem como restringia organicamente o contato e organização da classe. “Com a crise da covid-19, onde as empresas buscarão sobreviver e seu lucro em cima das folhas de pagamento, prejudicando os trabalhadores, amplia-se, portanto, a responsabilidade dos sindicatos representa-los, mesmo diante do cenário”, diz Leonardo Del Roy, presidente da Conatig.

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