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Sobrevivência de gráficas e empregos dependerá de nova postura do governo

Federação catarinense do gráfico (Fetigesc) defende maior investimento federal para buscar a superação da crise sanitária, economia e política com impactos nos setores produtivos, como na indústria gráfica nacional

O novo coronavírus tem se mostrado mais resistente no Brasil quando se verifica o tempo maior da ocorrência crescente de contágios e mortes em comparação ao restante do mundo. Os impactos econômicos negativos também devem ser mais prolongados no país, pois, infelizmente, também faltam medidas governamentais para amenizar os efeitos dessa crise nos setores produtivos. A UNI Gráfica América e a Conlatigraf, entidades obreira e patronal do setor gráfico latino-americano, lançaram o manifesto conjunto preocupado justamente com a situação nestes países da região. O cenário futuro é uma preocupação ampla. As entidades entendem que a recuperação do comércio interior/externo dependerá dos investimentos urgentes dos governos para possibilitar a manutenção da indústria e seus empregos, a exemplo das 65 mil empresas gráficas, 650 mil trabalhadores diretos e 3,2 milhões indiretos, hoje ligados ao setor na América Latina.

Moacir Effting, diretor da Confederação Nacional dos Gráficos (Conatig) e presidente da Federação Catarinense da categoria (Fetigesc), ratifica a posição conjunta da UNI e Conlatigraf, onde cobra do governo brasileiro medidas econômicas efetivas neste período de crise sanitária de modo a garantir crescimento nacional sustentável em um futuro breve. Para isto, por sua vez, primeiro, ele entende que é preciso o governo parar com sua crise política diária. “Os poderes precisam se harmonizar outra vez. Sem isso, os investidores internos e de também de fora não terão confiança no país. Precisamos sair deste atoleiro em que se encontra o Brasil”, realça.

Entretanto, com a crise da pandemia, as políticas neoliberais do governo Bolsonaro, defendidas por Paulo Guedes, tem alongado as dificuldades vividas na saúde pública e também para as cadeias produtivas e postos de trabalho. O setor gráfico brasileiro, formado por 19,1 mil empresas e 172 trabalhadores, já sentem os impactos da falta da liberação efetiva de crédito financeiro pelos bancos públicos. Só um pouco mais de 1% dos recursos foi liberado do único programa federal criado exclusivamente para atender as micro e pequenas empresas, mais vulneráveis à crise. O setor gráfico brasileiro é formado por 97,1 de empresas desse porte.

Moacir lembra que a economia do Brasil já vinha cambaleando antes da chegada do coronavírus no país. Em 2019, mesmo depois de três anos de governo neoliberal de Temer, o setor gráfico perdeu 6,6 mil postos de trabalho. As demissões inclusive batem recorder a cada mês com a crise sanitária atual. Mais de 1,4 milhões de trabalhadores foram demitidos somente em abril, de acordo com dados oficiais do governo (Caged). Em maio, pela primeira vez na história, o IBGE revelou que mais da metade da população em idade ativa para o trabalho não tinha mais ocupação.

Por esta e outras razões, o diretor da Conatig defende que o governo do Brasil escute e implemente os pleitos da UNI e Conlatigraf, chancelados também pela Conatig. Isso pode ser feito de várias formas. Uma delas é defendida pelo sindicalista através da ampliação do investimento público interno. “O Brasil investe atualmente cerca de 15% do seu PIB. É preciso passar a investir mais: 25%. Com esse montante, o país pode passar a ser considerado uma nação com crescimento econômico sustentável nos próximos anos. Assim, os investimentos estrangeiros também poderão ajudar a alavancar a nossa cambaleante economia”, defende Moacir.

O momento atual entre capital e trabalho precisa ser de convergências nas referidas posições e atuações para proteger o setor gráfico. Isso é urgente e necessário para o bem das empresas, em especial das micros e pequenas (97,1% do setor gráfico brasileiro) que mais empregam os 172 mil trabalhadores da categoria. As entidades internacionais laborais e patronais do setor gráfico evoluíram neste entendimento conjunto em sua autodefesa na América Latina. Já estão dialogando até na Europa. Falta o Brasil fazer o mesmo para se defender enquanto setor em busca da efetiva liberação de crédito governamental para as indústrias gráficas nacionais e a proteção do emprego, salário e direitos dos trabalhadores.

“Se os patrões e trabalhadores não caminharem numa mesma direção, morreremos todos juntos. Portanto, urge e é necessário agir em busca de soluções conjuntas e especificas pelo bem do setor gráfico. É preciso pressionar o governo federal e buscar apoio no Congresso Nacional através de parlamentares que estejam dispostos a formular legislações a atender à necessidade deste setor produtivo que responde por uma fatia do PIB brasileiro. A hora é de juntar forças”, fala Leonardo Del Roy, presidente da Conatig e da Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp).

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